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quarta-feira, outubro 31, 2007

Mais um que se junta ao grande grupo




Expõe e desmistifica ali todos os argumentos que os opositores do Referendo têm estado a utilizar e a verdade é que tem sido desta forma que a corrente favorável à realização do referendo tem conseguido para aglutinar à sua volta o maior número de pessoas. Pessoas que irão apelar ao SIM e outras que irão apelar ao NÂO mas, acima de tudo, pessoas que não aceitam que a democracia e as decisões passem ao lado de quem na verdade deveria ter o poder de decidir sobre a sua vida. O Povo.

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At 10/31/2007 7:12 da tarde, Blogger Rui Faustino escreveu...

O Bloco de Esquerda admite in

http://www.esquerda.net/media/BE_Lx071031.pdf

o despedimento colectivo na CML que sempre jurou que não aconteceria...

Três semanas após se ter congratulado com "A importante conquista dos trabalhadores avençados da CML” segundo a qual nenhum nenhum trabalhador precário seria despedido mas, antes pelo contrário, admitido ao quadro de pessoal da CML por graça e obra da acção política do Zé e do grande acordo de coligação assinado com o PS para governarem a câmara a meias... O Bloco de Esquerda vem agora insurgir-se contra os despedimentos que efectivamente estão a decorrer!

Francisco Louçã JUROU num plenário de militantes do Bloco que não haveria despedimentos! Inclusivé foi ao cúmulo de acusar de má fé e de ignorância aqueles militantes do BE que defendiam a perspectiva de que o acordo de "restruturação financeira" da CML iria implicar ataques aos trabalhadores da autarquia e ao povo de Lisboa. Das duas uma: ou o Francisco Louçã mentiu com todos os dentes que tem mais alguns já careados ou não passa do "idiota útil" nas mãos do Costa e do PS.

Uma coisa é certa: nos últimos 2 meses o Bloco outra coisa não tem feito senão desmobilizar, confundir e iludir os trabalhadores precários da CML com promessas ocas e truques de propaganda rasteiros e agora vem "solidarizar-se" com eles...

Querem ser solidários? Rompam o acordo PS/BE!

O mesmo Bloco de Esquerda que acusou as estruturas sindicais de demagogia e de serem "correias de transmissão do PCP" vem agora, fingir-se de "virgem ofendida", exigir e protestar, contras as medidas da CML em cujo governo participa... como senão participasse nele!

Os dirigentes do Bloco de Esquerda que firmaram o acordo de coligação com o PS para governar Lisboa são cumplices morais, sócios menores, mas co-responsáveis por todos e cada um dos despedimentos de trabalhadores precários que já sucederam, estão a acontecer e que vão prosseguir.

É altura de romper o acordo, ou será que as ambições políticas de Sá Fernandes valem mais do que 1000 trabalahdores precários? Ao manterem a coligação PS/BE estão a caucionar politicamente uma vereação que ataca os trabalhadores da CML e o povo de Lisboa. Não julguem que ficarão impunes!

Rui Faustino
militante 2800 do BE
sócio 10511 do STML

trabalhador precário da CML há 7 anos e uma das possíveis vítimas da "maravilhosa" coligação PS/BE

 
At 10/31/2007 10:47 da tarde, Blogger samuel escreveu...

Então bora lá copiar tambem o que já comentei no "Spectrum":

Um assunto sério como o que trata o texto deste nosso amigo Rui Faustino, merecia melhor sorte do que aparecer a despropósito (só hoje já vão tres ou quatro vezes) como "comentário" a posts que não têm nada que ver e em texto copiado para vários blogs.
Fica a minha solidariedade.

 
At 11/01/2007 11:54 da manhã, Blogger Isabel Faria escreveu...

Samuel, já por várias vezes aqui deixei escrito o que penso sobre o Acordo entre o PS e o BE em Lisboa.
No dia a seguir à ratificação deste Acordo pela MN do Bloco escrevia:
"Sempre que a CML tomar medidas para as quais não elegi o meu vereador, cá estarei para as denunciar. Sempre que tomar medidas para as quais elegi o meu vereador, cá estarei para as apoiar.
Este não é o meu Acordo. Mas Sá Fernandes é o meu vereador. E o Bloco o meu Partido.
Nem sempre a vida é fácil..."

Mantenho exactamente a mesma postura. Desta vez, e no que a estes 125 trabalhadores diz respeito, Sá Fernandes e o BE comportaram-se da forma que eu exijo, como eleitora e como militante, que se comportem.

Agora o que eu não posso é exigir que se comportem, que se demarquem que sejam coerentes com o nosso programa e com os nossos princípios...e depois vir barafustar quando o são, como faz o Faustino.
E mantenho o que sempre disse ao Faustino, aqui e noutros lugares: se eu achasse mesmo que o BE outra coisa não tem feito senão:
"desmobilizar, confundir e iludir os trabalhadores precários da CML com promessas ocas e truques de propaganda rasteiros", já não estava no BE.

Desde o primeiro dia, aqui e em todo o lugar disse que este Acordo era um erro poítico. Mas também já repeti mil vezes que o considero um erro político, não uma traição. Porque se o considerasse uma traição, nada me obrigaria a conviver no mesmo Partido com traidores.

Mas como o Samuel escreveu não faz sentido, o Rui continuar a deixar este comentário em posts que nada têm a ver com ele...logo a seguir está um sobre Lisboa.Com mais uma vez o que penso sobre o Acordo, hoje.

 

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