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sábado, dezembro 29, 2007

2007 - Ecos II

A morte foi em 21 de Dezembro de 2006, mas as suas consequências marcaram este ano e marcarão os próximos. Um ano depois, mais de metade dos trabalhadores continua sem emprego. Os números, 680 dos 1100, apenas contabilizam os empregos directos. Os outros não entram nesta contabilidade. Só na do Fundo de Desemprego. E na das suas famílias.
O video mostra uma das últimas viagens do comboio da Opel da Azambuja. Dias antes da globalização neoliberal o mandar definitivamente para fora dos carris.

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3Comenta Este Post

At 12/29/2007 6:14 da tarde, Anonymous Anónimo escreveu...

Pois mas a CT do PCP não está isenta de responsabilidades...

Ou falta de visão, o que na pratica dá o mesmo....

 
At 12/30/2007 12:06 da tarde, Blogger Isabel Faria escreveu...

Anónimo, podemos ter todas as críticas a fazer aos trabalhadores ou aos seus representantes ( e neste caso, temos muitas)...mas a responsabilidade das deslocalizações é das multinacionais que procuram os lucros (ainda) mais fáceis, salários (ainda) mais baixos e trabalho (ainda) com menos direitos. E dos Governos que não sabem acuatelar os intresses dos seus países.
O resto é comparar a nuvem com o Juno...

 
At 12/31/2007 2:27 da tarde, Anonymous Anónimo escreveu...

Talvez sim...talvez não....

Nas decadas de 60...70...e mesmo 80, viram para Portugal empresas que exerciam a sua actividade na Inglaterra em França na Alemanha , só porque os salários que aqui se praticavam eram mais baixos.

Actualmente é só esse tipo de deslocalização que se assiste.

E qual é a resposta de muitos sindicatos, radicalismo balofo, e propostas que há 50 aqnos eram válidas mas que hoje não resultam.

Maior unidade , e não só conversa entre trabalhadores na Europa, exigência de que os sindicatos portugueses façam frente comum com os restantes sindicatos europeus.

Exigência dos partidos, sobretudo os que se dizem de eauerda, para com todas as empresas que se querem instalar em Portugal, e não olhar só ao numero de empregos que vão criar, e sim ao controlo real dessas empresas, aos subsidios que recebem para se instalar, e sobretudo a garantia de que estarão sujeitas a PESADAS INDMINIZAÇÔES, caso não cumprarm o acordado.

 

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