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terça-feira, janeiro 01, 2008

Fundamentalismo não, obrigado!



Haverá algum lugar, mais ou menos sossegado, mas suficientemente seguro para não se safarem, para onde se possa enviar os fundamentalistas??




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16Comenta Este Post

At 1/01/2008 5:26 da tarde, Blogger josé manuel faria escreveu...

Os fumadores têm de respeitar quem não fuma.

Irão fumar ao ar livre sem problemas é tudo uma questão de hábito.

 
At 1/01/2008 7:08 da tarde, Blogger Isabel Faria escreveu...

José Manuel, não fumo há 18 anos, desde que fiquei grávida do meu filho.
Não me conseguem convencer que é perigoso para a saúde passar por uma sala, parte de um restaurante onde se pode fumar, para ir para a casa de banho...
Respeitar é também ser sério...
Ninguém me deve obrigar a levar com o fumo do tabaco dw quem quer que seja...ninguém me deveria obrigar a não levar com ele se essa fosse a minha opção.
As imposições da Lei para os lugares públicos onde se pode fumar são disparatadas e ninguém sequer sabe com que é que pode contar...o apelo à dilação é perfeitamente escabroso - ser-se multado porque não se denuncia e não apenas porque se fuma em lugar proíbido, é uma parvoíce que nos toma a todos como atrasados mentais...gostaria de saber se quando há um acidente de viação provocado pelo álcool, quem o vendeu punido? ou quem o viu vender sem denunciar?

Nestas questões sempre prefei o bon senso e o livre arbítrio do que imposições de pais mais ou menos repressivos: sou completamente apologista de, em lugares públicos, restaurantes ou cafés, bares ou discotecas, onde só se vai por prazer e não por necessidade, seja o proprietário a esolher e o cliente a...optar. Se entra ou fica á porta e procura o vizinho do lado.

Acho que é isto respeitar o outro.
Seja ou não fumador.

 
At 1/01/2008 7:30 da tarde, Anonymous Anónimo escreveu...

É tudo uma questão de bom senso...

O fumo do tabaco prejudica quem fuma e quem não fuma .

Nos recintos fechados onde há alimentos , deveria ser condicionado.

Em bares e discotecas tenho duvidas, são locais de mera diversão, e com uns bons exaustores o problema pode-se resolver.

E os escapes dos automoveis, ontem uma viatura da carris, deixava um rasto preto pela Avenida da Liberdade acima,isso tambem não é mau para a saude?

 
At 1/01/2008 9:25 da tarde, Blogger josé manuel faria escreveu...

Na pista de dança com um copo na mão outro no cigarro. Isto é fundamentalismo?

Apesar da minha dificuldade de locomoção fui a uma discoteca de um amigo, o espaço era muito amplo mesmo assim a Nuvem de tabaco era incrível.

Nada pode ficar como dantes.

Imagine-se se o fumo era de outro tipo, era cá uma pedra!

 
At 1/01/2008 10:38 da tarde, Blogger Bancário escreveu...

Mas afinal o que tem o fundamentalismo? Tem que ser tudo troca tintas?

 
At 1/01/2008 10:48 da tarde, Blogger Emiele escreveu...

Pelo que tenho ouvido, há de facto exageros enormes. Cai-se do 8 para o 80. Pelo que a Isabel conta, se não se pode ter uma sala para fumadores porque ela dá para um corredor por onde eventualmente passará alguém que precise de ir à casa de banho, isso é mesmo fundamentalismo. Até parece que se está a falar de radioactividade!!!
Contudo também conheço fumadores que não concebem que uma pessoa se possa sentir indisposta por receber uma baforada de fumo - se para eles é agradável, é-lhes inconcebível que para outros seja tão mau, parece-lhes uma espécie de birra...
Cá para mim penso que deveria haver bom senso de parte a parte. Por exemplo, restaurantes mesmo para fumadores, onde eles estivessem à vontade e quem não gostasse simplesmente não ia lá.

 
At 1/02/2008 12:22 da manhã, Blogger Isabel Faria escreveu...

José Manuel, actualmente raramente entro numa discoteca. Porque não suporto a acumulação de fumo (a acumilaçã...o fumo de um cigarro não me faz nenhuma diferença...). E porque não tenho paciência para estar uma noite inteira num lugar onde nem aos berros me ouvem. Nem eu ouço os outros. Ponto. Não vou lá. Fico à porta. Vou para o jardim. Fico em casa. Vou ao cinema...tenho dezenas de opções.
O que defendo é que quem lá vá e lhe apeteça gritar e não ser ouvido, levar com décibeis de música mais ou menos marada, fumar um cigarro, beber um copo...o possa fazer. Ou melhor, que haja lugares onde o possa fazer...sem ser na rua, se não lhe apetcer estar na rua...fundamentalismo é obrigarem alguém a vir para a rua fumar um cigarro e não crrarem condições exequíveis para que alguém o possa fazer sem me incomodar a mim...fundamentalismo é, por eu não fumar, ou por achar que é uma parvoíce estar uma noite inteira sem poder abrir a boca sem ser aos berros...proíbir os outros de fumarem ou obrigar as discotecas a terem a música baixinho...
E não entra a história de estar a prejudicar os outros...os outros, eu, só lá entro se quiser...

 
At 1/02/2008 12:23 da manhã, Blogger Isabel Faria escreveu...

Bancário, não entendi. Fundamentalismo é antónimo de troca tintas? E de que tintas falas?

 
At 1/02/2008 12:29 da manhã, Blogger Isabel Faria escreveu...

Emiéle, concordo inteiramente contigo. È exactamente essa a minha posição.
E garanto-te que é como conto (ou então, todos estão a interpretar mal a lei).
Conheço um lugar que tem um restaurante ao lado de um bar...perfeitamente separados um dos outro por uma divisão como a lei fala...pensou-se em fazer o restaurante Não Fumador e o Bar, com uma zona fumador (tinha área para isso).
Permitiria, por exemplo, que os clientes do Restaurante que quisessem fumar o seu cigarro após a refeição o fizessem sem ir á rua...parecia possível...lógico...não fosse para entrar no restaurante ter que se passar pelo Bar...um percurso de dois metros...de...sei lá, quantos segundo leva alguém a percorrer dois metros??
E parece que não dá...

 
At 1/02/2008 12:31 da manhã, Blogger Isabel Faria escreveu...

Pois é anónimo, parece que só há cancro nos pulmões!!! O resto, a poluição, os aditivos quimicos, o fast food são completamente inofensivos.

 
At 1/02/2008 8:23 da manhã, Blogger Leal Franco escreveu...

Acho bem o fim do império do tabaco.
Ao fim de tantos anos já não era sem tempo.
É o melhor de 2008 até agora.

 
At 1/02/2008 9:33 da tarde, Anonymous Francisco escreveu...

Hoje é o tabaco.

Amanhã quem sabe, serão as bebidas alcoolicas que não poderão ser bebidas à vista de crianças, dado que se trata de publicidade às mesmas.

As pessoas com uma relação peso-altura superior a X, deverão fazer dieta obrigatória, sendo impedidas de comer desmesuradamente produtos hiper-caloricos, com demasiado colestrol, açucar ou sal, numa primeira fse. Se continuarem com esses coeficientes desajustados, deverão obrigatoriamente passar a um regime vegetariano ou macrobiótico acompanhado de joggings obrigatórios de manhazinha, pelo menos uma hora.
Bem deitar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer.

Os carros só poderão ser usados quando utilizados por pelo menos 3 pessoas.

Puxar o autoclismo só uma vez por dia (para poupar na agua), bem essencial da humanidade.

Bem, o papel higiénico, causa da destruição de tantas arvores será substituido por 2 bilhetes de metro reciclados, o segundo dos quais para higienizar as unhas.

Há ainda o caso da descriminação sexual. Aos meninos deverá ser obrigatório oferecer brinquedos do tipo miniaturas de cozinha e barbies para que se habituem a tratar esses objectos de uma modo mais natural e menos machista.

Às meninas uns action-man e jogos de ferramentas.

Em resumo: Não há duvida de uma coisa:

Com um bocadinho de bom-senso as coisas resolviam-se a contento de todos.

Até porque os impostos do tabaco dão muito jeito e no que me diz respeito, quando eu morrer (eventualmente devido ao tabaco) não mais sobrecarregarei a Segurança Social com a minha pensão de reforma.

Agora, desiludam-se os não fumadores, porque nunca irão morrer de um ataque de saúde.

 
At 1/02/2008 11:16 da tarde, Blogger Isabel Faria escreveu...

Leal, o império do tabaco preocupa-me tanto como os outros impérios todos...acho que andei uma vida inteira a dizer que era anti-imperialista...
As imposições hipócritas e baseadas em convicções...ok, quase religiosas (desculpa lá, mas é o ar que dá), preocupam-me tanto como os impe´rios. ...acho que andei uma vida inteira a dizer que sou pela liberdade individual.

Considerar isto o melhor de 2008 até agora, para quem concorda com a lei não é dificil...afinal só vamos no 2º dia...
Agora, pela amostra de Leis que temos, de opções políticas que se fazem, por aquilo que se aproxima....olha, Franco, confesso uma réstazita de inveja...tu deves-te ficar pela Lei...eu nem por isso.

 
At 1/02/2008 11:19 da tarde, Blogger Isabel Faria escreveu...

Francisco, revejo-me totalmente no seu comentário. ...e, assim, ouso deixar aqui um pedido: posso passá-lo a Post, referindo claro que é uma opinião de um leitor do Troll? Penso que é um "desperdício" ficar por aqui perdido...
Se por aqui passar de novo...diga ok...ou nem pense!!! e amigos como dantes!!

 
At 1/02/2008 11:53 da tarde, Anonymous Francisco escreveu...

Isabel, faça o favor de usar o meu texto como melhor entender.

A bem da concórdia entre fumadores e não fumadores , da liberdade indivudual, do respeito pelo próximo e do bom-senso.

 
At 1/03/2008 9:57 da tarde, Blogger Leal Franco escreveu...

Desculpa lá Isabel não ter acudido a este post atempadamente. Decerto não pensas que eu acredito que, com esta lei ou com outras que o fim do império do tabaco está aí. Certo?
Eu sou daqueles que sempre pensou que mais rapidamente o pessoal se revoltaria por o proibirem de fumar, ou de beber, ou outra coisa assim, do que a proibição de certas liberdades, direitos e coisas com que nós costumamos encher o éter.
Dirás assim que desconhecias esta veia cínica na minha pessoa. Pode até ser cínica por confiar pouco nos meus semelhantes. Mas é inteiramente produto duma vida de observação, batalhação e outras palavras acabadas noutros sons.
Até agora tenho verificado que é assim. Mas daria muito para que fosse de outro modo. Com mais nobreza, com mais humanidade.
Assim aceita que para mim esta lei do tabaco não é nenhuma Lei no sentido do que é suposto ser uma Lei. Mas é sim uma óptima oportunidade de ver muitos dos meus semelhantes às aranhas, à rasquinha, em suma, numa crise que me parece que só poderá dar resultados não viciados. E isso para mim é uma alegria.

 

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