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sexta-feira, novembro 27, 2009

Rádio Amália

Tenho estado com alguma atenção a ouvir a nova rádio que surgiu numa frequência (92.0 em Lisboa e arredores) que antigamente era utilizada pela moribunda e horrível Nova Antena (RNA). Chama-se Rádio Amália e como o nome indica é uma rádio dedicada á canção popular portuguesa, o fado. Única e exclusivamente o fado. Com algumas conversas pelo meio, sobre o tema, as notícias e pouco mais.
Aqui o Troll só pode saudar este aparcimento pois como toda a gente sabe que eu adoro fado. Se já tinhamos rádios dedicadas á música clássica, ao techno, ao hard rock e ao pop podemos ter um dedicado à nossa canção popular. Não sei se vai ser viável a médio longo prazo. Se vai ter audiências mas eu já a sintonizei e gravei no meu carro. É que numa época em que bons nomes do fado consolidam e expandem carreiras como o caso da Mariza e do Camané, em que outros se fixam no panorama nacional, onde e já um pouco internacional como a Joana Amendoeira, consagrados como o Carlos do Carmo têm novo folego internacional e outros que deslumbram no início de carreira como a Carminho é bom ouvir também os seus antecessores, icones do fado e que têm andado um pouco esquecidos como Cesar Morgado, Cidália Moreira, Lucília do Carmo, Tristão da Silva, Herminia Silva ou Alfredo Marceneiro entre tantos outros. É isso que se passa na rádio Amália.
Sinceramente não gostei. Adorei. E por isso divulgo aqui neste meu humilde espaço.

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9Comenta Este Post

At 11/27/2009 10:55 da manhã, Blogger André M. Palmeiro escreveu...

Nomes à parte, que são tantos (adorei o último álbum do Hélder Moutinho) só é pena não poder sintonizar-se esta rádio fora do território nacional (desculpem-me a graça, de Lisboa)...
Como também gosto imenso de fado, saúdo obviamente a iniciativa!

 
At 11/27/2009 11:46 da manhã, Blogger Daniel Arruda escreveu...

Por acaso , esqueci-me do Helder Moutinho, era de de facto um nome a referir.
Há de facto mais gente a gostar de fado do que se julga.

 
At 11/27/2009 1:14 da tarde, Blogger achasprafogueir@ escreveu...

Eu também já sintonizei a Radio Amalia, mas ha umas semanas escutei a entrevista à Mariza e foi qualquer coisa de atroz... a entrevistadora ainda tem de aprender a entrevistar. Quando ela se calou, entao sim o fado fez-me feliz.

 
At 11/27/2009 1:17 da tarde, Blogger Daniel Arruda escreveu...

Pois é achas, essa não ouvi, mas pelo que eu entendi houve malta que ficou da antiga RNA. Por isso é que aquilo era mau. Se calhar a entrevistadora pertence a esse grupo. Salve-se a música.

 
At 12/02/2009 8:15 da tarde, Blogger samu escreveu...

Ó Daniel ainda bem que pões lá referencia pois é um sítio a evitar.
Continuo na minha que o fado é mesmo e cada vez mais a Expressão lírica do vómito.
E desculpa lá mas o fado quanto muito é uma canção popular de alguns bairros de lisboa e nunca foi nem será a canção nacional.
Prefiro muito mais os cantos das adufeiras do monsanto ou as saias do alto alentejo ou as chulas viras e malhões do minho ou o cante alentejano.

e que dizer dos fantásticos cantos transmontanos que o saudoso Michel Giacometti nos deu a conhecer.
E além do mais eu quero é mesmo que a sodona amália se mentenha caladinha por muitos e bons anos.

ela e o seu amigo cabrão de santa comba dão.

 
At 12/02/2009 10:34 da tarde, Anonymous João escreveu...

ah Daniel, fado, Benfica, só te falta Fátima :-)))

 
At 12/04/2009 11:18 da manhã, Blogger Daniel Arruda escreveu...

mu, são opiniões. Há muita coisa que eu também não gosto. Ponho à borda do prato e não a consumo. Não lhe retira qualidade por isso.
O que eu não aceito é que não se goste de algo por ideologia pois isso é compartimentar demasiado as coisas.
Eu por exemplo posso dizer que muitos dos cantores ditos "revolucionários" que a esquerda tanto adora hoje não passam de uns "porcos burgueses". Estarei correto? Não sei. O que sei é que o fado ara mim é uma expressão popular que em muito representa uma certa fatia da nossa sociedade como também representa o cantar alentejano. E por falar nisso, queres algo mais reacionário que o cantar alentejano? Iso para não falar da conotação religiosa dos cantares tradicionais do interior do país. Cruzes, eu não quero ter nada a ver com a igreja e a adoração do sobrenatural. Reaças é o que isso é.
Como vês samu, a arte nada tem a ver com a ideologia. No dia em que tiver deixa de ser arte.

 
At 12/04/2009 11:19 da manhã, Blogger Daniel Arruda escreveu...

João, serve o mesmo comentário que deixei ao Samu. Detesto os compartimentos ideológicos. Se assim fosse não poderia fazer, ler ou ouvir metade do que vejo, leio ou oiço.

 
At 1/05/2010 11:57 da manhã, Blogger JORGE GOURGEL escreveu...

http://www.youtube.com/watch?v=R6qe02gmS2o

 

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