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sexta-feira, janeiro 22, 2010

Pelo direito á polígamia

A imaginação de uns não tem limites. Hoje recebi a carta de um pseudo deputado de um pseudo grupo parlamentar. Por lhe achar piada, e já agora também por lhe achar alguma verdade e merecer em grande parte a minha concordância (se exeptuarmos o cariz homofóbico) publico-a aqui no Troll.
Pelo direito á polígamia.
Ex-mo Senhor Presidente:
Srs. Deputados:
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Prometo ser breve e não ultrapassar o tempo que Vxa. Senhor Presidente me concedeu neste período antes da ordem do dia.
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Irei expor, sucintamente, aquilo que em mão irei entregar ao Ex.mo Senhor Presidente, ou seja o pedido de discussão neste Plenário de um projecto-lei da minha, sublinho, da minha autoria, já que o grupo parlamentar em que me insiro nada tem a ver com o mesmo.
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Vão os Senhores Deputados iniciar em breve a discussão de vários diplomas oriundos dos Partidos Socialista, Social Democrata, Comunista e Bloco de Esquerda sobre o casamento entre a comunidade dita “gay”.
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Como ponto comum a todos estes projectos a chamada “discriminação” a estes senhores e a estas senhoras, que entendem ter os mesmos direitos que os cidadãos oriundos – felizmente – do grosso da população e denominados de heterossexuais.
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Fazendo parte deste grupo – e volto a repetir a palavra “felizmente” – tenho porém um problema, comum também a muitos outros cidadãos: Sendo solteiro e gostando de mulheres, gostaria de poder casar em simultâneo com duas delas.
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Pretende o Governo ao aprovar as uniões “gay” tornar o País igual a mais oito existentes por esse mundo fora, para além de quatro estados americanos, onde tal prática é consentida. Oito países apenas Senhores Deputados!
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Ora o assunto que pretendo ver discutido está em vigor em pelo menos 27 países, não contando com o mundo Árabe. Ainda há poucos dias o Presidente da República da África do Sul contraiu matrimónio com a sua sexta mulher.
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Admito, compreendo e aceito que para se evitarem discriminações das minorias se discuta o casamento “gay”. Mas no Portugal democrático de hoje não podem existir filhos e enteados. Assim sendo, o meu caso, por ser mais relevante em número não pode passar ao lado deste Parlamento. Lembro apenas, que, segundo as estatísticas, um em cada dez Portugueses são “gays”. E, sabem qual a percentagem de cidadãos que pensam como eu? Pois eu digo: Um em cada seis!
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Não venham os Senhores Deputados falar e defender que a poligamia não é um casamento. É tanto ou mais do que aquele que dentro de dias aqui será discutido.
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Se uma instituição milenária é abruptamente corrompida e adulterada pelos homossexuais, porque não pode a mesma sê-lo também pelos que defendem a poligamia, que até são em número superior àqueles?
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António Cheiinho

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2Comenta Este Post

At 1/23/2010 5:50 da tarde, Blogger O marreta escreveu...

O sapo é tão grande que vocês nem piam! Mas quando chegar a hora da verdade, como boa e acéfala carneirada bloquista lá irão pôr o votinho no alegre

 
At 1/25/2010 11:48 da manhã, Blogger Daniel Arruda escreveu...

oH Marreta, sabes ler tão bem como escreves ou copiaste isso da sopa de letras do jantar de ontem?

 

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