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quarta-feira, julho 29, 2009

Roubado ao Arrastão

Muitas vezes, estou em desacordo com o Daniel Oliveira. Dentro e fora do Bloco onde ambos militamos. Sempre nos respeitamos nas nossas divergências. Muitas vezes me revejo no que o Daniel escreve. Como neste post. Deixei no Arrastão um comentário a dizer que gostaria de o ter escrito. Reitero aqui essas palavras. E deixo-o. Tenho a certeza que o Daniel não se vai importar...ainda mais porque anda longe :))

"Ainda é da natureza dos partidos viver mal com as opiniões livres e com uma verdadeira diversidade política que não se fique pelas meras contas de cabeças de cada capelinha. Nuns casos, oferecem lugares em troca da desistência, noutros, esperam sinais de fidelidade acritica, a que chamam cultura de partido, para finalmente aceitarem como seus os que sempre o foram. Seja como for, trata-se de um suicídio. Um partido sem homens e mulheres livres é um partido sem futuro. Porque o compromisso da militância só o é a sério quando tem raízes firmes em convicções pessoais."

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4Comenta Este Post

At 7/30/2009 12:33 da manhã, Anonymous Anónimo escreveu...

Mais outro epitáfio.

 
At 7/30/2009 9:59 da manhã, Blogger Isabel Faria escreveu...

Caro anónimo, eu e você fartamo-nos de matar gente...

 
At 7/30/2009 11:57 da manhã, Anonymous Anónimo escreveu...

Os cidadãos aderem aos partidos, porque aderem á sua ideologia, ás suas propostas á sua maneira de fazer politica, aos seus principios.

Essa escolha é livre e pessoal.

Por vezes, ao longo dos anos vem a desilusão o desencanto o cansaço, naturais, sobretudo quando a luta se torna mais dificil, quando não se vê uma luz ao fundo do tunel,ou até quando a nivel indivudual, se questiona a utilidade dessa militância.

Isto é um processo normal em todos os partidos.

E o importante, é que eles sejam um espaço, de liberdade, de pluralismo de opiniões, de confronto de ideias,porque se perderem essa visão , podem crescer em votos , em implatação, mas caminham rapidamente, para serem espaços fechados, sectários, onde os aqueles mais acomodados e sem espirito critico, acabam muitas vezes em funções de chefia, com prejuizo do pluralismo, e da critica frontal.

O importante, é que essa critica seja feita ás prospostas e ás alternativas, e não por causa de um qualquer desagrado, porque não se ter obtido um determinado posto numa lista, ou porque não se conseguiu um determinado lugar de direcção, a que provavelmente se teria direito.

Se em lugar da critica politica, se transformar a critica numa feira de vaidades , aí segue-se por mau caminho.

Espero que a esquerda que conta , e os seus militantes mais activos, não everedem por criticas de prima-dona.

O povo que neles confia não lhes perdoaria, mais esta desilusão.

 
At 7/30/2009 12:24 da tarde, Blogger Isabel Faria escreveu...

Anónimo, concordo com tudo o que escerves. E, por muitas razões, políticas, mas também pessoais, neste momento, apenas aqui deixo essa concordância.

 

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