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quinta-feira, dezembro 20, 2007

Gestos que convém realçar

1 - Os vereadores do Cidadãos por Lisboa devolveram o cabaz de Natal que a EMEL lhes enviou.
Lembram que não há nenhuma razão que justifique que uma empresa municipalizada envie prendas aos vereadores eleitos. E relembram a situação económica complicada que a empresa vive.
2 - Jerónimo de Sousa afirma que o PCP se recusa a fornecer os nomes dos seus aderentes ao Tribunal Cosntitucional.

Dois gestos que gostaria de ver, no primeiro caso, o veredaor eleito pelo meu Partido, e, no segundo, o meu Partido, imitarem.

Porque os simbolos contam. E no segundo caso podem até inviabilizar a aplicação de uma Lei imbecil e antidemocrática.

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5Comenta Este Post

At 12/20/2007 7:38 da tarde, Anonymous Anónimo escreveu...

E porque não dar o cabaz a uma familia necessitada, assim como assim ,se não fôr para a Roseta ficará para alguem da Emel....

Quanto á posição do PCP, e independetemente das razões democraticas que lhe assistem, como pode algum democrata aceitar que um partido que se aboletou com as assinaturas do PRD, possa existir, com os mesmos direitos de todos os outros que tiveram que entregar 7.500 assinaturas.

Como se pode entender ,que forças politicas que praticamente não têm actividade publica, só apareçam nas campoanhas eleitorais, ao abrigo de preceitos pouco democraticos.

Não nego que a actual lei é má,mas algo deveria ser feito, para pôr cobro ao oportunismo de certas pessoas, que só aparecem nas campanhas eleitorais.

 
At 12/20/2007 8:57 da tarde, Blogger Isabel Faria escreveu...

Anónimo, creio que se a Roseta quiser dar um cabaz a uma família necessiatad nãoprecisará de o receber da EMEL...assim como creio que um qualquer da EMEL (presumo que fales de gestores, poiis os "remeniscentes" nestas coisas não costumam calhar aos trabalhadores) não precisará de se abotoar com o cabaz da Roseta...logo, o gesto é que se estava a discutir...e o princípio. nada tenho contra a que uma em+resa ofereça cabazes de natl aos seus trabalhadores. Não encontro qualquer razão para o fazer a um vereador.

Quanto aos Partidos.
O roubo dos nomes feito pelo PNR é apenas um anexozito da actuação do PNR...se calhar o mais inofensivo...
O que deveria impedir o PNR de existir é que a ideologia que defende é proíbida de ser defendida pela Constituição da República Portuguesa. E os seus métodos são violentos e não democráticos. O que me preocuparia é se o PNR tivesses expressão eleitoral. Que não tem.
E é na expressão eleitoral que o acesso às ajudas e às subvenções estatais deverá recair.
Os direitos dos Partidos a ajudas finaceiras advêm-lhe dos seus eleitores e não dos seus aderentes. E é lógico que assim seja...existiresm legalmente ou não, desde que isso não signifique encargos financeiros par o País é um direito democrático.
E estás a confundir as assinaturas necessárias para a legalização de um Partido com os aderentes necessários para que não seja legalizado. E não é abem a mesma coisa. Além disso estás ainda a confundir o ter 5000 militantes e o ter que entregar ao Estado os seus nomes...o que tmanbém não é bem a mesma coisa...

O que se tem que discutir é como deverão funcionar as campanhas eleitorais (apesar de, confesso, não me chatear por aí além que os pequenos Partidos tenham o mesmo tempo de antena oficial que os grandes...a CS encarrega-se de, depois, fazer a verdadeira divisão de tempo...e também não me parece que haja alguém que vá votar num Partido "conquistado" por um tempo de antena. Por isso o que se deverá discutir é se os tempos de entesna pagos pelo Estado têm razão de existir...mas isto tem o quê a ver com a identificação dos aderentes?

E depois qual o problema de só se aparecer em campanhas eleitorais? quem és tu ou eu para obrigar a que um grupo de pessoas decida intervir políticamente quando e onde decidir desde que o faça de uma forma democrática e legal?
Repito, a questão até pode passsar se devemos pagar ou não essas campanhas que depois não têm qualquer aceitação por parte dos eleitores...mas não é isso que está em causa com os nomes pois não? O voto, esse, continua a ser secreto, espero.

 
At 12/20/2007 10:08 da tarde, Blogger josé manuel faria escreveu...

De acordo, o Bloco não deveria dar o nome dos aderentes como irá fazer o PCP.

 
At 12/20/2007 11:01 da tarde, Anonymous João escreveu...

Esta questão poderia ser resolvida se os partidos tivessem a obrigação de:
a) concorrer a eleições obtendo um mínimo de 7500 votos, tantos quantos os necessários para a sua formalização
ou
b) optando por não concorrer a eleições (o que é um direito), obrigados a entregar a assinatura de 7500 eleitores a advogar a sua legalidade; entendo que é diferente de entregar os nomes dos militantes.

 
At 12/20/2007 11:07 da tarde, Anonymous João escreveu...

Embora o meu post anterior, pudesse implicar a ilegalização do POUS e PDA, ficando por resolver o caso dos partidos integrados em coligações:
VOTOS em 2005
PS: 2588312 45,03%
PPD/PSD: 1653425 28,77%
PCP-PEV: 433369 7,54%
CDS-PP: 416415 7,24%
B.E.: 364971 6,35%
PCTP/MRPP: 48186 0,84%
PND: 40358 0,70%
PH: 17056 0,30%
PNR: 9374 0,16%
POUS: 5535 0,10%
PDA: 1618 0,03%

 

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